31 de maio: Dia de Combate ao Câncer Bucal

O câncer de boca atinge menos de 5% da população mundial, mas no Brasil esse tipo de câncer - com a forte presença do câncer labial - é mais relevante por se tratar de um país tropical, com atividades rurais que expõem os trabalhadores de forma constante aos raios solares.

 

O câncer de lábio é mais frequente em pessoas com pele branca e o lábio inferior é mais suscetível à doença do que o superior. Em outras regiões da boca, o câncer é geralmente resultado do cigarro e do álcool. O principal sintoma do câncer de boca é o aparecimento de feridas no local, que não cicatrizam no tempo normal. Outros sintomas são ulcerações superficiais e indolores, com sangramento ou não, e manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na mucosa oral. Dificuldades para falar, mastigar ou engolir os alimentos, com acentuado emagrecimento, dor e presença de linfadenomegalia cervical (íngua no pescoço) são sinais de que o câncer está em estágio avançado.

A cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia são, isolados ou associados, os métodos aplicáveis ao câncer de boca. Se as lesões iniciais estiverem restritas ao local de origem, pode-se optar pela cirurgia ou pela radioterapia, pois ambas apresentam resultados parecidos, com cura em 80% dos casos. Nas demais lesões, se operáveis, a cirurgia está indicada, associada ou não à radioterapia.

A cirurgia radical do câncer de boca evoluiu espantosamente, com a incorporação de técnicas de reconstrução imediata. Nos casos avançados, a quimioterapia pode ser empregada, visando à redução do tumor, a fim de possibilitar o tratamento posterior pela radioterapia ou cirurgia.

 
 

Dicas de saúde bucal

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Av. Mal. Deodoro da Fonseca, 416

47 3370.3164

47 99986.1098

Responsável Técnica: Elaine Lima de Paula Castilho CRO-SC-9894

 

2016 © Odontocop Todos direitos reservados

31 de maio: Dia de Combate ao Câncer Bucal

O câncer de boca atinge menos de 5% da população mundial, mas no Brasil esse tipo de câncer - com a forte presença do câncer labial - é mais relevante por se tratar de um país tropical, com atividades rurais que expõem os trabalhadores de forma constante aos raios solares.

 

O câncer de lábio é mais frequente em pessoas com pele branca e o lábio inferior é mais suscetível à doença do que o superior. Em outras regiões da boca, o câncer é geralmente resultado do cigarro e do álcool. O principal sintoma do câncer de boca é o aparecimento de feridas no local, que não cicatrizam no tempo normal. Outros sintomas são ulcerações superficiais e indolores, com sangramento ou não, e manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na mucosa oral. Dificuldades para falar, mastigar ou engolir os alimentos, com acentuado emagrecimento, dor e presença de linfadenomegalia cervical (íngua no pescoço) são sinais de que o câncer está em estágio avançado.

A cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia são, isolados ou associados, os métodos aplicáveis ao câncer de boca. Se as lesões iniciais estiverem restritas ao local de origem, pode-se optar pela cirurgia ou pela radioterapia, pois ambas apresentam resultados parecidos, com cura em 80% dos casos. Nas demais lesões, se operáveis, a cirurgia está indicada, associada ou não à radioterapia.

A cirurgia radical do câncer de boca evoluiu espantosamente, com a incorporação de técnicas de reconstrução imediata. Nos casos avançados, a quimioterapia pode ser empregada, visando à redução do tumor, a fim de possibilitar o tratamento posterior pela radioterapia ou cirurgia.

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O câncer de boca atinge menos de 5% da população mundial, mas no Brasil esse tipo de câncer - com a forte presença do câncer labial - é mais relevante por se tratar de um país tropical, com atividades rurais que expõem os trabalhadores de forma constante aos raios solares.

 

O câncer de lábio é mais frequente em pessoas com pele branca e o lábio inferior é mais suscetível à doença do que o superior. Em outras regiões da boca, o câncer é geralmente resultado do cigarro e do álcool. O principal sintoma do câncer de boca é o aparecimento de feridas no local, que não cicatrizam no tempo normal. Outros sintomas são ulcerações superficiais e indolores, com sangramento ou não, e manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na mucosa oral. Dificuldades para falar, mastigar ou engolir os alimentos, com acentuado emagrecimento, dor e presença de linfadenomegalia cervical (íngua no pescoço) são sinais de que o câncer está em estágio avançado.

A cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia são, isolados ou associados, os métodos aplicáveis ao câncer de boca. Se as lesões iniciais estiverem restritas ao local de origem, pode-se optar pela cirurgia ou pela radioterapia, pois ambas apresentam resultados parecidos, com cura em 80% dos casos. Nas demais lesões, se operáveis, a cirurgia está indicada, associada ou não à radioterapia.

A cirurgia radical do câncer de boca evoluiu espantosamente, com a incorporação de técnicas de reconstrução imediata. Nos casos avançados, a quimioterapia pode ser empregada, visando à redução do tumor, a fim de possibilitar o tratamento posterior pela radioterapia ou cirurgia.

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